0a300

Live fast! Die hard!

0a300

Live fast! Die hard!

0a300

Live fast! Die hard!

0a300

Live fast! Die hard!

0a300

Live fast! Die hard!

Keiichi Tsuchiya testa carro Inter Proto

A Inter Proto Series (IPS) é uma nova categoria de corridas criada pela lenda Japonesa Masanori Sekiya. Esta competição usa o Kuruma, um carro com um motor central de 3950cc NA V6, com 335cv e um peso a rondar os 1000 Kg. De todos os jogos online que joguei, o que mais corri foi um Renault Megane V6 Trophy. e o som deste Kumura faz-me lembrar de imediato esses Megan.


Estas séries pretendem focar-se no desenvolvimento das capacidades do piloto, com custos baixo e equipas de dois pilotos com um piloto profissional emparelhado com um gentelman driver. O carro acaba sendo bastante simples na sua conceção e manutenção, com o objectivo de manter os custos baixos.

Mas o que mais me satisfez neste vídeo, foi ver o Drift King de volta. Os anos começam a notar-se no Sr. Tscuchiya, mas isso não conta para nada. Soube bem vê-lo, pena ser por pouco tempo.



AIRFORCEGTR 1st US LIBERTY WALK GTR

The American Dream. Todos nós já ouvimos isto vezes e vezes sem conta em inúmeros filmes americanos. O que é isto do American Dream? Basicamente a noção de que qualquer pessoa pode ambicionar aquilo que quiser, e que se fizer por isso, a América irá proporcionar a realização de todos os nossos sonhos. Será assim na prática? Sinceramente não sei. Mas olhando para este GTR fico tentado a pensar que sim. O que temos aqui é o primeiro GTR americano equipado com o kit da Liberty Walk, um dos melhores preparadores americanos, e como sempre vamos saber um pouco do que está por trás deste projecto. Paul Garcia faz parte da Força Aerea dos Estados Unidos e como facilmente se pode concluir, é um car guy a 1000%. Seus projectos anteriores incluem um Honda Civic, um Honda Prelude, um Mitsubishi Evo 9 MR SE, um Nissan GTR Premium de 2010 e agora este Nissan GTR Premium branco de 2014.


Qual a história por trás deste GTR?

Em Março de 2010 Paul Garcia comprou um GTR novo em folha, carro que sofreu inumeras alterações entre as quais mudança na côr que passou para um laranja. O processo usado para a mudança da côr confesso, não conheço mas parece ser bem mais rápido e barato que a clássica pintura. Esse projecto podem consultar aqui já agora.

Avançando para 2013, Garcia deparou-se com a oportunidade de actualizar seu GTR, tendo para isso trocado o GTR que tinha por um GTR 2014 Branco Pérola, juntamente com todas as peças que havia comprado para o seu GTR de 2010. De imediato fez um projecto digno de participar no SEMA, talvez o maior car show existente nos Estados Unidos, onde conheceu o Sr. Lato, dono da Liberty Walk com quem trocou impressões, que acabaram com o Sr. Kato a ficar com o GTR de Garcia por uns meses, afim de proceder a uma cirurgia extensiva.

Garcia é o primeiro a admitir que alguns fãs do GTR podem não gostar do que fez às já belas linhas deste ícone, mas Garcia queria mesmo algo diferente do que havia, pois planeava dar diferentes tipos de uso ao carro. Queria dar-lhe uma utilização diária, participar em concentrações e dar um salto Às pistas. A solução escolhida, acolheu todas as pretenções de Garcia.

Como referido na introdução, Garcia está Força Aaria o que limite o tempo, recursos e fundos necessários para um projecto deste calibre. Isto tudo para dizer que sozinho Garcia jamais conseguia fazer este projecto. Teve a sorte (será esta uma das facetas do American Dream?) de ter a ajuda de amigos próximos, companheiros deste mundo que é os carros e claro patrocinadores. Os amigos ajudaram no que foi possível, trabalhando no carro mesmo quando Garcia estava em serviço e dando-lhe sitio para dormir, enquanto estavam em Los Angeles, local onde este projecto foi executado. Não que interesse mas Garcia é de Fontana, que fica a uns 80 Km de Los Angeles. Outra ajuda importante foi na pesquisa a peças. Sozinho é muito mais díficil não é? Grandes amigos este Garcia tem.

Só para terem noção deixo aqui lista dos patrocinadores que Garcia conseguiu arranjar. Digam lá se não é de meter inveja:

  • Fontana Nissan & The Nissan Raceshop -
  • Auto Explosion Auto Body em Gardena California
  • SSR Wheels
  • Toyo Tires
  • Greddy
  • SP Engineering
  • ASNU Injectors
  • Koyo Radiator
  • AutoTecknic
  • DCT Motorsports
  • Mothers Polish
Se querem consultar a thread deste projecto, podem ver aqui. Lá encontram a lista (enorme) de peças que já estão neste GTR e outras que estão por vir. 

E agora vamos ao que interessa, as fotos que digo-vos, são fabulosas. O fotógrafo que as fez é muito muito bom

















Laguna Seca Beauty - BMW M3 AMIR'S LOW


Umas gerações mais que outras é certo, mas desde o chassis E30, todos os M3 cativaram nossa imaginação, fizeram-nos sonhar e sobretudo babar de cada vez que viamos um projeto bem conseguido. Uma das gerações que mais conseguiu isso, foi a terceira com o E46. Um passo em frente no que toca ao estilo, o sempre existente chassis bem balanceado e o ultimo 6 cilindros em linha, o potente S54. Este M3 consegue preencher os requisitos de meio mundo. Uns podem levá-lo para a pista, outros podem olhar para o stance e fazê-lo virar cabeças. Amir, com 23 anos é um musica e treinador pessoal que levou sua creatividade para o mundo automóvel. Este M3 é o seu primeiro BMW após vários VW.

Slammed Flush BMW M3 E46 (1)

No que toca ao 3.2L S54 Amir não inventou muito, tendo feito algumas mods vindas de especialistas BMW. O mapa de injeção e ignição foi melhorado com um Chip Stage II da Dinan, que também providenciou um diferencial 4.10.

Slammed Flush BMW M3 E46 (2)

Um dos grandes objectivos para este M3, passava por torná-lo o mais baixo possível. A solução passou por algo que os americanos usam e abusam, através de uma air suspension da AirRex. Esta aplicação obrigou a alguns reforços no sub chassis traseiros bem como a instalação de compressores da ViAir.

Slammed Flush BMW M3 E46 (3)

Temos que falar das jantes. São fabulosas não são? A escolha passou por umas Varrstoen ES2.2.2 brancas com reflexos dourados na medida 19x9.5 à frente e 19x10.5 atrás, com espaçadores H&R. Os pneus escolhidos são ums Toyo Proxes na medida 215-35 19 e 235-35 19, que ficarem mesmo por debaixo dos guarda-lamas. A carroçaria foi pintada num Azul Lagun Seca. Uma combinação invulgar mas que ficou  brutal.

Slammed Flush BMW M3 E46 (4)

As mudanças exteriores estéticas são minimas. Aqui deixou-se estética fabulosa do M3 falar. O rebaixamento, as jantes e a pintura fizeram quase tudo. Na frente meteram o para-choques da versão CSL. Atrás a unica alteração exterior que não gostei. As 4 ponteiras não estão alinhadas e penso que não acrescentam nada de positivo à traseira. Algo que não faria sem duvida. A frente com o lip em carbono resultou muito melhor. Os travões Brembo ficam sempre bem, e o rollcage interior deu-lhe uma presença ainda mais racing. Os bancos são da Status Ring. Apesar de estar num nível muito avançado, a ideia que fica é que é um projecto que ainda não viu seu fim.

Slammed Flush BMW M3 E46 (5)

No geral um projecto muito interessante que adoraria ver pessoalmente e sobretudo fazê-lo à minha maneira. Identifico-me com quase tudo o que é um excelente ponto de partida.




Slammed Flush BMW M3 E46 (7)

Slammed Flush BMW M3 E46 (8)


Slammed Flush BMW M3 E46 (6)

Oakfley Design Ferrari 458 by Liberty LB Performance

Há quem ache ser um verdadeiro atentado alterar um Ferrari. São vistos como carros sagrados que devem permanecer como nasceram. Aqui vemos uma prova que afinal não tem que ser assim. Um dos melhores preparadores japoneses, pegou num Ferrari 458 e submeteu-o a uma fornada de esteróides. O resultado final é simplesmente fabuloso.

Quanto à base, não se trata de um Ferrari 458, mas sim de um raro e caso kit que existe em apenas 7 carros, de nomea Oakley Design Ferrari 458 Italia. Uma empresa de tuning Britânica que dedicou sua atenção ao 458. O resultado é um aumento de cerca de 10% na potência máxima para 623 cv e 5% no torque para os 423 Nm de torque. Além disso o peso final foi reduzido em cerca de 65Kg, estando agora nos 1425 Kg. O resultado final é 2.9s dos 0 aos 100 Km/h e cerca de 332 Km/h de velocidade máxima.

Felizmente para nós, o dono deste 458 em particular não se faz de rogado. Este Ferrari é conduzido regularmente na estrada e em pista, exactamente como deveria de ser. Não satisfeito tomou a decisão ousada de vitaminar ainda mais este 458. A cirurgia foi realizada pela Simon Motorsport, distribuidor oficial e autorizado da Liberty Walk no Médio Oriente, mais concretamente no Dubai. Wataru Kato esteve presente e ao ver este vídeo ficamos a conhecer um pouco da sua paixão pelos carros.


Mas voltando a este projecto, o que mais se destaca é o corpo do 458 bem mais composto, muito ao estilo Japonês, usando inclusivé fibra de carbono no spoiler por exemplo. A suspensão passou a hidraulica, e talvez o outro grande destaque, seja as fabulosas jantes ADV.1 5.0 Track Spec 3SL pintadas em candy red, e envolvidas com pneus Toyo Proxes, a fazer lembrar o Ford GT.  

O resultado final enche-me as medidas. Agressivo, agressivo e agressivo. É o que mais me ocorre dizer. Tudo está bem integrado e esta mistura das linhas fabulosas deste Ferrari com um estilo de tuning Japonês, produziu este resultado. O carro é super rápido e melhor que isso, aparenta sê-lo. Adorei.


DeLorean DMC-12


Está quase a fazer 30 anos desde o primeiro Regresso ao Futuro. Uma das sagas mais bem sucedidas da história do cinema. Um dos ex-libris dessa saga era o carro usado para viajar no tempo, o DeLorean. Hoje vamos saber mais um pouco deste carro muito peculiar.




História

O DeLorean DMC-12 simplesmente conhecido como O DeLorean devido ao facto de ter sido o unico modelo produzido pela DeLorean, é um carro desportivo fabricado por John DeLorean da DeLorean Motor Company, durante 1981 e 1982 e apenas para o mercado americano. A sua característica mais saliente eram as portas em forma de asas de gaivota, tal e qual como o Mercedes 300SL Além disso era construído em fibra de carbono, com painéis em aço afixados dando-lhe aquele look icónico. Este carro desconhecido virou icónico ao ser usado na triologia Regresso ao Futuro.


O primeiro protótipo apareceu em Outubro de 1976 e sua produção começou em 1981 na Irlanda do Norte, em Dunmurry  Belfast mais concretamente. Durante a sua produção várias caracteristicas foram alteradas, tal como o capot, jantes e interior. Estima-se que cerca de 9000 DMC-12 foram produzidos antes da produção ser interrompida no inicio de 1983.


Infelizmente o DMC-12 acabou sendo o único modelo produzido pela DeLorean. A empresa entrou em liquidação como consequência da maior quebra registada no mercado americano desde 1930. Em 2007 estimava-se que ainda existiam cerca de 6500 DeLorean DMC-12.

Características

O pai do DMC-12 foi William T. Collins, Engenheiro Chefe e designer que fez carreira na Pontiac. Inicialmente estava previsto ter um motor central Citroen/NSU que depois passou para um motor Ford Cologne V6 e por fim terminou num motor V6 de injecção resultado de uma parceria entre a Peugeot, Renault e Volvo. Além disso o motor deixou de ser central tendo passado para a traseira. A nível de chassis a ideia iniciar era usar uma tecnologia nova que iria revolucionar a industria automóvel, pois iria permitir baixar os custos de produção. A DeLorean chegou ao ponto de ter direitos de patente sobre essa tecnologia de nome ERM (Elastic Reservoir Moulding), que no entanto acabou por se relevar inutilizável.


Como muitas vezes acontece o tempo acabou matando algumas das ideias que o conceito original tinha. O carro acabou senado quase completamente reestruturado, sobretudo após passar para as mãos do famoso Colin Chapman, fundador e dono da Lotus. Chapman com sua postura pragmática, substituiu os materias e técnica de construção não testadas pelas que usava na Lotus. O chassis é muito semelhante ao do Lotus Esprit. Felizmente o desing do DMC-12 permaneceu praticamente inalterado, assim como o corpo em aço e as portas gull-wing.

Esquisito ver a traseira sem os gadgets usados no filme

Performance

Inicialmente John DeLorean queria 200cv motor que equipasse o DMC-12. No fim acabou ficando pelos 150 cv. Além disso a aplicação obrigatória de um catalisador imposta pelas emissões de gases tóxicos dos Estados Unidos, retiraram mais 20cv ao carro, tornando-o pouco potente para o carro que era. A performance não era grande coisa. Isto em conjunto com as alterações ao sistema de suspensão usado na versão americana, fizeram esta versão ser vista como despontadora. Ficou a ideia que a versão Europeia (sem o catalizador) conseguia 8.8s dos 0 aos 100 Km/h enquanto a versão americada só conseguia 10.5s. Não me parece que 20cv extra consiga ganhar quase 2s, mas pronto esse é um mistério que só se resolverá tendo as duas versões lado a lado. 




Versões especiais

Fiquei desiludido ao saber que o DMC-12 tinha apenas um motor V6. Na saga Regresso ao Futuro, surge equipado com um muito mais potente V8. Lamento dizer mas isso não é verdade. Foi usado o mesmo motor PRV nas filmagens, sendo o som dobrado para emular o de um V8. Daquelas coisas que preferia não ter descoberto. Durante os três filmes foram usados seis DeLorean no total, além de um fabricado totalmente em fibra de vidro para as cenas em que aparenta voar. Existem ainda três dos seis que foram produzidos. Um foi destruído na parte final do terceiro e ultimo filme (nossa como fiquei desiludido na altura quando vi essa cena). Os outros dois foram deixados ao abandono e a réplica em fibra de vidro vendida a uma sucata. Nunca consegui perceber esta coisa de deixarem ao abandono carros como este após os filmes acabaram. Sempre me fez confusão. Seja como for a Universial Studios ainda tem dois DMC-12, que usa ocasionalmente em exibições ou outros filmes. A terceira unidade está em mãos privadas após grande restauração.


Conclusão

Como sempre deu-me prazer pesquisar um pouco sobre um carro que me marcou. Por acaso até existe muita informação sobre o DeLorean da qual tentei passar apenas uma pequena parte. Foi um carro que teve o azar de nascer num período muito difícil. E apesar de ter havido algumas tentativas de fazer renascer a divisão automóvel da DeLorean (a marca ainda existe noutras industrias), isso ainda não aconteceu. Se tiverem curiosidade, certamente deve haver algumas réplicas por ai que valha a pena descobrir. Aqui fica um exemplo muito interessante e bem documentada.


Que carro devo comprar?

É sempre um problema escolher que carro comprar. Vou para o diesel ou fico-me pelo a gasolina? Pois bem a Bosch, gigante mundial de industria automóvel, que provavelmente tem seu dado na maioria dos carros fabricados no mundo, desenvolveu uma aplicação de nome CarCostsApp que pretende tornar a decisão de que carro comprar muito mais fácil e confortável.


Esta ferramenta permite uma comparação direta da maioria dos carros atualmente no mercado via smartphone ou tablet, e com a vantagem adicional da portabilidade, ou seja, pode fazer a comparação em praticamente todo o lado. Usando a mesma base de dados do website Bosch Fuel Pilot, esta aplicação calcula os custos completas de cerca de 10.000 modelos e ajuda a determinar a opção economicamente mais viável.

A aplicação para já só está disponível em Inglês e Alemão, mas é muito fácil de trabalhar. Encontra-se disponível gratuitamente via loja de aplicações da Apple's e no Google Play. Estas comparações podem ser feitas também no site da Bosch Fuel Pilot.

BMW M1 E26

É sem duvida um carro que marcou a história da BMW sobretudo da sua secção desportiva. Estamos a falar do único BMW com motor central alguma vez feito e cujo design intemporal ainda hoje faz rodar cabeças, embora seja muito difícil de ver ao vivo, a não ser numa corrida de clássicos quiçá. Hoje o 0a300 vai procurar saber um pouco mais em relação ao espetacular BMW M1 (E26).


Isto será uma surpresa para quem não sabia, e sobretudo irá responder a algumas questões relativamente ao design do BMW M1, que há primeira vista não parece de todo um BMW. Pois bem, o M1 é o produto de uma parceria que correu mal, entre a BMQ e a Lamborghini. No final dos anos 30 estes dois gigantes da indústria automóvel, fizeram um acordo para produzir versões de estrada suficientes para obter homologação para um novo carro de corridas. No entanto, conflitos surgiram e acabou sendo a BMW a produzir o carro. O produto disto foi o M1, que teve apenas três anos de vida (1978 a 1981). Foi o único BMW de motor central a ser produzido em massa. Tinha um motor V6 3.5L  twin-cam com o código M88. Este motor produzia cerca de 273 cv na versão de estrada, com uma velocidade máxima de 260 Km/h e 5.4s dos 0 aos 100 Km/h. Para teremos uma boa perspetiva, as versões de corrida turbo tinham cerca de 850 cv. Um salto enorme na potência que demonstra o enorme potencial deste motor.

Lado a lado com o show car que serviu de inspiração.

Como nasceu

O design foi da autoria de Giugiaro, que foi buscar inspiração ao show car BMW Turbo de 1972. Inicialmente deveria ser a Lamborghini a trabalhar nos detalhes do chassis, montar protótipos e produzir os carros. Mas problemas financeiras na Lamborghini obrigaram a BMW a reassumir o controlo das operações. Ao todo sete protótipos foram produzidos, enquanto a nível de produção a BMW colocou à disposição do mundo 453 M1, o que faz do M1 um carro muito raro e difícil de obter, sobretudo agora mais de 30 anos depois que sua produção cessou. A base do M1 o seu motor M88 continuou no M635Csi e na primeira geração do M5.

Farois escamoteáveis. Uma tendência que desapareceu, mas que acredito que volte no futuro.

O M1 teve vários sucessos no desporto motorizado e é considerado um dos melhores carros de corrida dos anos 70.

Procar


Em 1979 a BMW Motorsport organizou um campeonato especificamente para o M1, com o intuito de permitir à BMW produzir M1 em número suficiente para entrar na categoria do Grupo 4, ficando conhecido como Procar BMW M1 Championship, e servia de corrida de apoio à Formula 1, tendo inclusive muitos pilotos da Formula 1 da altura a competir, coisa impossível de ver hoje em dia. Este campeonato durou dois anos, com Niki Lauda a vencer a temporada de 1979 e Nelson Piquet a de 1980. Assim que os requisitos necessários para entrar no Grupo 4 foram atingidos, os carros usados no Campeoanto Procar foram usados por várias equipas em provas do Campeonato do Mundo ou campeonatos nacionais.


Que me parece?


Pessoalmente adoro o design do carro. Acho muito agressivo e avançado para o seu tempo. É um carro baixo e largo, o que por si só costuma ser uma combinação mortal. Tem muito tempo gasto a definir a aerodinâmica fazendo do M1 um daqueles desportivos em que a forma segue a função. É muito díficil encontrarmos um BMW com o selo M de que não gostemos. Este em particular, é dos que mais me enche as medidas.


E agora alguns vídeos.