O Ford Escort RS Cosworth é a par do Lancia Delta, Toyota Celica e outros, um daqueles carros que marcou minha juventude, numa era dos rallys em que havia muito mais diversidade e competitividade. Este carro tinha como imagem de marca a enorme asa traseira, sendo que o que apreciava menos era o som do motor, menos agressivo que outros, mas muito fácil de associar ao Ford, de tão único que era.
Esta variante surgiu a partir do Ford Escort, e foi criada para permitir à Ford participar no Campeonato do Mundo de Rallys em Grupo A, onde competiu durante cinco anos (de 1993 a 1998), inicialmente como grupo A e depois como WRC. A versão de estrada esteve disponível ao publico de 1992 a 1996 embora em quantidades limitadas. A sua imagem de marca era sem duvida a enorme asa traseira, já vista no Ford RS500. Infelizmente tal característica nunca mais foi vista em carros da Ford.
O motor era um 2.0 L Cosworth com 220 cavalos e cerca de 310 Nm de binário, que permitia atingir 232 Km/h e 6.1s dos 0 aos 100 Km/h e 237 Km/h e 5.7s na versão sem a enorme asa traseira. Era um motor com enorme potencial para desenvolvimentos futuros, enquanto o chassis era tido como dos melhores em termos de comportamento, sendo considerado ainda hoje um dos melhores carros alguma vez feitos pela Ford.
Este carro foi desenvolvido a partir do chassis e componentes mecânicos do seu antecessor, o também ele fantástico Sierra Cosworth, para poder acomodar o motor e transmissões maiores, enquanto a carroçaria sofreu os naturais alargamentos de vias e diversos componentes.
Obviamente o motor sofreu melhorias face ao montado no Sierra Cosworth, levando entre outros um novo turbo. Sendo um carro de rallys, tinha obviamente tracção às 4 rodas, com uma repartição de 34/66% entre a frente e a traseira, com uma caixa de 5 velocidades, proveniente também do Sierra Cosworth. A nível de interiores nada de especial a reportar, excepto claro para os fantásticos bancos Recaro.
Para o final da sua vida, o Escort passou a estar disponível com e sem a enorme asa traseira, mas claro a maioria das vendas foram mesmo para a versão com a asa. Como disse inicialmente, foram vendidas poucas unidades do Escort RS Cosworth, 2500 na 1ª versão e cerca de 7145 na 2ª versão, tornando-o logo à partida um carro raro e sem duvida nenhuma com uma enorme mística e áurea à sua volta.
A 1ª versão, da qual foram produzidas 2500 unidades, com homologações especiais, de modo a obter a creditação FIA para participar no Campeonato do Mundo de Rallys. Essa versão tinha um turbo Garret T3/T04B. As versões iniciais tinham características que tornavam o Cosworth um carro mais efectivo, embora não favorecem a versão de estrada, e assim que os regulamentos foram compridos, a Ford tentou de imediato tornar o carro menos temperamental e mais fácil de conduzir em condições normais. A 2ª geração trazia um turbo Garret T25, uma unidade mais pequena com o intuito de reduzir o turbo lag e aumentar a usabilidade no dia a dia. Além disso e como já dito, o cliente tinha agora a opção de comprar o carro com e sem a asa traseira.
Por fim alguns vídeos de testes realizador ao Escort RS Cosworth, bem como do Cosworth a competir.
Esta variante surgiu a partir do Ford Escort, e foi criada para permitir à Ford participar no Campeonato do Mundo de Rallys em Grupo A, onde competiu durante cinco anos (de 1993 a 1998), inicialmente como grupo A e depois como WRC. A versão de estrada esteve disponível ao publico de 1992 a 1996 embora em quantidades limitadas. A sua imagem de marca era sem duvida a enorme asa traseira, já vista no Ford RS500. Infelizmente tal característica nunca mais foi vista em carros da Ford.
O motor era um 2.0 L Cosworth com 220 cavalos e cerca de 310 Nm de binário, que permitia atingir 232 Km/h e 6.1s dos 0 aos 100 Km/h e 237 Km/h e 5.7s na versão sem a enorme asa traseira. Era um motor com enorme potencial para desenvolvimentos futuros, enquanto o chassis era tido como dos melhores em termos de comportamento, sendo considerado ainda hoje um dos melhores carros alguma vez feitos pela Ford.
Este carro foi desenvolvido a partir do chassis e componentes mecânicos do seu antecessor, o também ele fantástico Sierra Cosworth, para poder acomodar o motor e transmissões maiores, enquanto a carroçaria sofreu os naturais alargamentos de vias e diversos componentes.
Obviamente o motor sofreu melhorias face ao montado no Sierra Cosworth, levando entre outros um novo turbo. Sendo um carro de rallys, tinha obviamente tracção às 4 rodas, com uma repartição de 34/66% entre a frente e a traseira, com uma caixa de 5 velocidades, proveniente também do Sierra Cosworth. A nível de interiores nada de especial a reportar, excepto claro para os fantásticos bancos Recaro.
Para o final da sua vida, o Escort passou a estar disponível com e sem a enorme asa traseira, mas claro a maioria das vendas foram mesmo para a versão com a asa. Como disse inicialmente, foram vendidas poucas unidades do Escort RS Cosworth, 2500 na 1ª versão e cerca de 7145 na 2ª versão, tornando-o logo à partida um carro raro e sem duvida nenhuma com uma enorme mística e áurea à sua volta.
A 1ª versão, da qual foram produzidas 2500 unidades, com homologações especiais, de modo a obter a creditação FIA para participar no Campeonato do Mundo de Rallys. Essa versão tinha um turbo Garret T3/T04B. As versões iniciais tinham características que tornavam o Cosworth um carro mais efectivo, embora não favorecem a versão de estrada, e assim que os regulamentos foram compridos, a Ford tentou de imediato tornar o carro menos temperamental e mais fácil de conduzir em condições normais. A 2ª geração trazia um turbo Garret T25, uma unidade mais pequena com o intuito de reduzir o turbo lag e aumentar a usabilidade no dia a dia. Além disso e como já dito, o cliente tinha agora a opção de comprar o carro com e sem a asa traseira.
| O nosso Fernando Peres competiu vários anos com o Cosworth, carro com que ainda compete regularmente. |
Por fim alguns vídeos de testes realizador ao Escort RS Cosworth, bem como do Cosworth a competir.










