Neste episódio Dai vai até à Malasia testar alguns carros alterados da M7 Japão, juntamente com o famoso Manabu Orido. Após algumas brincadeiras, Dai acaba por assistir a uma corrido dos Super GT, no Circuito Internacional de Sepang.
Behind the Smoke dá-nos uma inside view da vida de um drifter
profissional e actual campeão Daijiro Yoshihara. As câmaras não vão
largar Dai em 2012, tanto dentro como fora da pista, dando aos fãs uma
visão privilegiada do que é competir numa competição de topo nos EUA.
Após um longo período de desenvolvimento, o novo Civic Type R representa
não um, mas dois ou três passos em frente em relação aos anteriores
modelos.
Sem duvida um excelente representante do legado Type R, que começou com o NSX.
Este carro foi lançado em 2007, começando por ser vendido com quatro portas, em vez do típico hot batch. Tal escolha, implicou que o carro fosse mais pesado que o modelo anterior, sendo também maior e mais largo.
Mas mais importante que isso, é o aumento na distância entre eixos, que passou de 2,57m para 2,70m, mudança que confere ao Civic uma maior estabilidade em curvas de grande velocidade. O motor teve duas versões, uma para o mercado japonês com cerca de 225 cv, 215 Nm de binário, e 8500 rpm, enquanto a versão europeia tinha uns mais modestos 201 cv, 193 Nm de binário e um regime máximo de 7.800 rmp Ambas com um motor 4L 2.0 NA.
O motor veio do Accord Euro R CL7, tendo sofrido várias melhorias, que no seu conjunto conseguiram produzir um aumento de 10 cv nos médios regimes. Quanto à caixa de velocidades, é do tipo close-ratio, com 6 velocidades, sendo que as três primeiras relações foram encurtadas e as restantes aumentadas, provocando no fim uma melhoria sensível na aceleração. Além disso está equipado com um diferencial limited slip, enquanto os rotores dos travões da frente cresceram para 320mm e têm agora travões Brembo de 4 pistões, catapultando este Type R para outro nível no que toca ao poder de travagem. Os pneus são os Bridgestone Potenza RE070 na medida 225/40 18.
O chassis do Honda foi extremamente reforçado, com a Honda a reclamar um aumento de 50% ao nível de rigidez, por comparação com o Integra Type R DC5. Este Civic vem equipado com suspensão independente atrás. Para minimizar o aumento de peso, foi usado alumínio extensivamente, e foi "colado com fita adesiva" (por assim dizer), ao invés de soldado como até então. Solução no mínimo curiosa, como será daqui a 10 anos, ainda terá esta rigidez toda? Apesar de ser muito mais rígido, este chassis só pesa mais 1.8 Kg.
Esteticamente é o standard Honda, com os para-choques redesenhados, tendo um desenho mais aerodinâmico e agressivo, uma asa traseira maior, os bancos já imagem de marca dos Type R preto e vermelhos, embora já não feitos pela Recaro, mas sim pela própria Honda. Outra coisa que desapareceu foi o volante da Momo, sendo agora feito também pela Honda. Terá sido por custos esta decisão? Segundo os pilotos o Civic ficou a perder neste capitulo.
Estranhamente, a carreira comercial deste Civic não durou muito, pois a produção cessou em Agosto de 2010, por não conseguir atingir os níveis de emissão de gases poluentes mais restritos.
Por isso, é um carro que pouco vimos e pouco vamos ver, em Portugal então nem se fala, mas seja como for estamos na presença de um excelente JDM capaz de dar que fazer a carros bem mais caros e potentes.
As equipas australianos dominaram por completo o desafio World Time Attack 2012, conquistando os três primeiros lugares, contra adversários dos Estados Unidos e do Japão.
O vencedor foi Warren Luff, no Nemo Racing Mitsubishi Lancer Evolution VII, que conseguiu tirar quase quatro segundos ao record da pista, tendo como melhor tempo 1:25.0200.
Isto é um Evo??
Em segundo lugar ficou Garth Walden no Tilton Interiors Mitsubishi Lancer Evolution IX, com um tempo de 1:27.1820, ainda assim um pouco distante do primeiro classificado, o que prova que esta competição não foi das mais competitivas.
Em 3º lugar com 1:27.1820 ficou Earl Bamber com um MCA Suspension Nissan S13
Não é propriamente bonito.. mas anda que se farta
Em 4º lugar ficou a primeira equipa japonete, com o tempo de 1:28.8150, através do piloto Under Susuki, um piloto privado em part-time, que construiu com a ajuda de amigos este fantástico Silvia.
E pronto quem quiser ver a classificação geral, que dê um salto aqui.
Sempre que pensámos em carros de rallys lendários dos anos 90, o que nos vem à cabeça em 1º lugar? Pensamos no Subaru Impreza, Lancia Delta, Ford Escort e Mitsubishi Lancer, e só mesmo após estes é que muitos de nós se calhar, nos lembramos do Celica GT-Four ST185.
Lendas dos rallys como Juha Kankkunen, Didier Auriol, entre outros. Mas o mais famoso por ventura, terá sido El Matador, Carlos Sainz.
Uma das características mais marcantes do Celica, é algo que eu pessoalmente vejo quase apenas e só, que é o seu design intemporal, que dá ao carro umas linhas que mesmo 20 anos depois ainda estão perfeitamente actuais. Na altura a Toyota queria formas mais aerodinâmicas, e de uma maneira que na altura pouco se via, com ângulo longos e suaves, e uma frente baixa e longa.
Na altura, era prática comum os carros de rally terem 4 portas, mas não o Toyota que até nisso fugiu ao standard e competiu com um modelo de 2 portas. Por fim fica o que é para mim a imagem de marca dos Celica, que são os faróis escamoteáveis, algo que certamente preenche o imaginário de muitos e que hoje em dia, vê-se muito pouco infelizmente.
O Celica Gt-Four vinha equipado com um motor 2.0 4L 3S-GTE, com um intercooler bastante largo e um Turbo CT26 com entrada dupla, que produzia cerca de 295cv. A nível de transmissão usava um sistema de 4 rodas motrizes claro.
A sua estreia foi em Monte Carlo, em 1992 substituindo então o anterior modelo o Celica ST165, pelas mãos de Carlos Sainz. Nesse ano, o ST185 conquistou 4 vitórias bem como a renovação do título conquistado na época anterior. Não é fácil um carro vencer assim logo na sua estreia, o que vem valorizar ainda mais o feito. Em 1992, o Celica era o carro a ter.
Embora tenha vencido o campeonato de pilotor, a Toyota não venceu o titulo de construtores. Tal feito, conseguiu-o na época seguinte, onde a Toyota apostou mais, com 2 pilotos novos, permitindo a conquista de 6 vitórias em 1993, dando assim o primeiro título na história da Toyota. Nessa época Kankkunen contribuiu com 5 vitórias, conquistando assim o seu quarto campeonato.
Mas nada de pensar que o ST185 ficou por aqui, pois na época seguinte Didier Auriol conquistou o título de pilotos e a Toyota renovou o de construtores. Foi um carro com uma carreira muito curta, pois na época seguinte foi substituído pelo ST205, carro que não conseguiu emular o sucesso do ST185.
Como tal é justo considerar o ST185 como um carro muito importante para a história da Toyota, um carro que dominou uma boa parte do inicio da década de 90. Fica para a história também o design muito próprio e as cores marcantes e inesquecíveis da Castrol, por baixo do branco que sempre esteve associado aos Toyota.
O campeão Daijiro Yoshihara avança para o Top 32. Será que vai conseguir superar os desafios para atingir o objectivo de revalidar o campeonatro? É absolutamente fundamental que tenha uma boa prestação neste evento, para que possa ganhar pontos a Justin Pawlak e Daigo Saito.
Behind the Smoke dá-nos uma inside view da vida de um drifter
profissional e actual campeão Daijiro Yoshihara. As câmaras não vão
largar Dai em 2012, tanto dentro como fora da pista, dando aos fãs uma
visão privilegiada do que é competir numa competição de topo nos EUA.