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Live fast! Die hard!

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Live fast! Die hard!

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Live fast! Die hard!

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Live fast! Die hard!

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Live fast! Die hard!

Ducati 1199 Superleggera 2014

Este é daqueles casos que não vale a pena dizer o quer que seja. Limito-me a deixar as specs e fotos, o resto é paisagem.
  • 1198cc  
  • 155 kg a seco 
  • 200 hp @ 11,500rpm  
  • 13.7 kgm (134Nm) @ 10,200rpm
  • Suspensão Ohlins 
  • Travões Brembo 
  • Parafusos e componentes em titânio 
  • 500 exemplares 
  • Preço (previsto) > 70.000 euros



Fórmula 1 de hoje com decorações de outros tempos

Os carros de Formula 1 sofrem mudanças drásticas de tempos em tempos. As equipas que os constroem e desenvolvem são extremamente competentes, e conseguem sempre contornar mudanças regulamentares que visam baixar velocidades, aumentar espetáculo e segurança, o que 'obriga' (muito subjetivo) a FIA a mudar novamente os regulamentos, fazendo com o que o aspeto dos carros sofra por vezes mudanças drásticas (e nem sempre para melhor esteticamente).
Outra coisa que naturalmente muda, é a decoração dos carros, por força obviamente dos patrocinadores. O que é certo é que os patrocinadores mais emblemáticos da Formula 1, já por lá não estão, fazendo com que aja decorações que na generalidade deixam muito a desejar.

Pois bem, designers da Escape Artist, decidiram pegar nos Formula 1 de hoje e colocaram decorações clássicas, dos tempos aureos da Formula 1.Destaco as cores do McLaren de Ayrton Senna e Alain Prost de 1988 e o Williams de 1992 de Nigel Mansel. O

Para mim o resultado final é espetacular em alguns casos.

Williams FW14 de Nigel Mansel - 1992

Hesbeth 308B usado por James Hunt na sua primeira vitória - 1975

Lotus 49 - Final década de 1960

Tyrrell Ford 007, guiado por Jody Scheckter e Patrick Depailler - 1974


Brabham BT44 de Carlos Reutemann e José Carlos Pace - 1975


Famoso Jordam com bico "tubarão" usado por Heinz-Harald Frentzen e Jarno Trulli - 2001


Benetton B192 usado por Michael Shumacker na sua primeira temporada completa - 1992


McLaren MP4/4 usado por Ayrton Senna no ano do seu primeiro título mundial - 1988

Lista de Aston Martins usados nos filmes de James Bond

O primeiro filme de James Bond já foi há mais de 50 anos e em todos eles, uma das coisas que mais chamava à atenção eram os carros usados por James Bond. É certo que nuns filmes tinham papéis secundários, mas noutros eram umas das estrelas do filme, com gadjets fabulosos.

Pois bem, ao longo dos anos as marcas iam variando, mas a que ficará para sempre associada a James Bond, será a Aston Martin.

Aqui fica uma lista de todos os Aston Martin usados:

1. Aston Martin DB5



O mais icónico deles todos, apareceu em vários filmes, inclusivé no ultimo com Daniel Craig.
Na altura foram feitos apenas dois para o filme, sendo que um deles não tinha qualquer gadjet. Os que foram usados nos filmes mais recentes, por ventura alguns seriam versões normais, sem qualquer gadjet. No ultimo filme usado, o DB5 é completamente destruido. Figas para que tenha sido apenas uma replica.Link

2. Aston Martin DBS

Foi usado em 1969 num filme apenas, com um motor Chevy, de resto nada de especial. Pelo menos para mim. Link

3. Aston Martin V8 Vantage Volante


Lembro-me muito bem deste Aston, foi dos que mais me impressionou na altura. A quantidade de gadjets, associada à banda sonora usada nas cenas em que entrou, fazia-me sempre ver as cenas com redobrada atenção. Foi considerado na altura o primeiro super-carro inglês, com um motor V8 e capaz de chegar aos 270 Km/h de velocidade máxima. No filme foram usadas duas versões, sendo uma delas descapotável. Aquela frente mais a enorme bossa que se vê no capot, faz-me lembrar um pouco os muscle cars Australianos dos anos 70/80. Link 

4. Aston Martin V12 Vanquish


Outro que me marcou, pelos gadjets usados, e as cenas em que participou. Link

5. Aston Martin DBS V12


Ora aqui está uma imagem que vale mais que 1000 palavras. Sou suspeito, pois acho que o actor Daniel Craig, foi o melhor de todos que interpretaram o James Bond. Nesta imagem, vemos James Bond impecavelmente vestido, em excelente forma, prestes a entrar num carro à sua altura. Imponente, espetacular, brutal. A combinação carro/homem perfeita.
Trata-se de um Aston Martin moderno, que tem uma presença muito discreta no filme Casino Royale, acabando em pedaços após vários capotanços. Este mesmo carro foi usado no filme seguinte Quantum of Solace, agora com mais protagonismo, embora não acabe em muito bom estado. A cena final onde surge, onde se vê Daniel Craig a entrar num esconderijo, conduzindo o Aston em muito mau estado, por entre vidros estralaçados, achei muito forte!Link 

Agora vamos ver que carro vão usar no próximo filme.

DODGE RAM CUMMINS VS LAND ROVER DEFFENDER

À primeira vista parece quase um duelo David vs Golias. De um lado um pequeno Land Rover Defender 3.0 TDI. Do outro lado e bem à Americana, um espetacular Dodge RAM Cummins com um motor 5.9L a gasolina muito mais potente.

O resultado final talvez seja uma surpresa. Pergunto-me apenas como seria se um ou dois fatores fossem diferentes do lado Americano. Seja como for, não deixa de ser porreiro de ver.


Mitsubishi Evo Australiano tenta bater o record 2013 em Tsubuka

É sem duvida um dos circuitos mais icónicos do mundo, onde provavelmente nasceu o Time Attack. Quando comprei o jogo GT5, o único que me vinha à cabeça, era mesmo o circuito de Tsukuba, onde já vi dezenas e dezenas de vídeos.
Neste vídeo, a Yokohama decidiu trazer umas das equipas que patrocina e fornece pneus, para tentarem bater o record deste circuito fabuloso. A melhor volta foi 54.90, num Evo 9 com cerca de 850cv e um motor reconstruir no dia anterior.

Lembro-me de ver no evento de despedida do Drift King, ter feito um tempo na casa dos 50/51s ao volante de um NSX do Campeonato GT500 Japonês. É certo que tinha apenas 500 cv, comparados com os 850€ deste Evo, mas foi com um carro nascido de raiz para as corridas, com uma aerodinâmica muito melhor, pneus slicks. Dá que pensar.

Aqui fica o vídeo, onde destaco a volta completa filmada do capacete do piloto, excelente eu diria.

Novos Super GT 500 para 2014

Num acordo sem precedentes, vimos o regulamento técnico do melhor campeonato de turismos do mundo, o DTM, ser emulado em parte no Japão e, espera-se, nos EUA futuramente, fazendo com que seja possível a todos os construtores que participam nesses campeonatos, construir carros passíveis de participar em campeonatos de diferentes países, de acordo com seus interesses comerciais.

Os motores usados são diferentes, mas os chassis são compatíveis entre as duas séries, sendo o passo seguinte a equalização total. Outro passo em vista é ter nos EUA uma competição com o mesmo padrão, tempos excitantes nos esperam.

Pois bem, o famoso campeonato japonês de Super GT, já apresentou as três novas estrelas para 2014.

Aqui fica algumas fotos e vídeos.

Lexus Super GT


Nissan Nismo Super GT 500 2014 GT-R


Honda NSX Concept-GT




Scott Redding pilota ex-Kevin Schwantz 500cc Suzuki

Acho que é prática comum dizer sempre que dantes é que era, no meu tempo isto.. no meu tempo aquilo... Posso dizer também que não fujo a essa regra em certos aspetos.


Ainda recentemente, Jeremy McWilliams admitiu que a mudança para as 1000cc a 4 tempos na classe rainha do Motociclismo (MotoGP), prolongou a carreira de todos os pilotos e é fácil ver porquê. São motas carregadas de eletrónica, com ajudas à condução em várias vertentes, sempre com o intuito de transferir essa tecnologia para as motas de estrada. E o que provoca a eletrónica? Menos quedas, muito menos quedas.

Com as 500, a história era outra. Não havia eletrónica, os motores eram bem mais bruscos, os acidentes muito mais frequentes e supostamente por questões ambientais, mudaram para as 4 tempos. Eram motores que duravam menos que os atuais a 4 tempos, mas também eram bem mais baratos de produzir.


Sempre me fez confusão ver um carro ou mota irem parar a museus ou garagens, assim que deixam de ser competitivos, ou de ter utilidade (ao mais alto nível). É óbvio que é preciso dinheiro para manter este hobby carissímo, mas realmente dá-me muito prazer ver noticias como esta, onde foi dada oportunidade a um jovem piloto, Scott Redding, no circuito de Spa-Francorchamps, de pilotar durante 10 voltas, a Suzuki RGV500 de 1994 (há quem diga que seja o modelo de 1995), usada pelo icónico Kevin Schwantz. Isto tudo durante o evento anual Bikers Classic na Bélgica, no famoso circuito de Spa-Francorchamps.


"Alinhar na grelha com todos estes campeões à minha volta, pareceu na realidade que estava a entrar numa corrida de 500cc", declarou Redding.


"Quando estava sentado na mota, em frente a esta multidão, rodeado por tipos como Wayne Gardner, Christian Sarron e Didier De Radigues, fiquei com uma boa ideia de como deve ter sido para Kevin Schwantz, quando se preparou para correr com esta mota em 1994. Foi uma experiência incrivel."

Era suposto serem umas voltas calminhas, mas com tantos ex-campeões em pista, rapidamente se tornou uma corrida, com nomes sonantes como Giacomo Agostini, Phil Read, Wayne Gardner e Christian Sarron, a contribuirem para uma corrida a sério de 10 voltas. Após passar Sarron, Gardner e Didier De Radigues, Redding terminou em 2º lugar, a apenas um segundo do vencedor, Steve Plater que conduzia a Suzuki RGV500 XR88, que Kenny Roberts levou à vitória por quatro vezes na temporada de 1999.


"Fiz um bom arranque, chegando a Eau Rouge na liderança, mas esta era a minha primeira vez nesta pista em duas rodas, numa mota só tinha andado uns 10 minutos antes", revelou Redding. "O resto do pessoal andou ontem, por isso tinham alguma vantagem nas voltas iniciais, mas não me levou muito tempo a ganhar um feeling para a mota e as trajetórias.


"Consegui subir até à segunda posição e tive então uma grande batalha com o Steve Plater nas últimas voltas. No fim, não consegui arranjar maneira de o passar antes da meta, mas um segundo lugar não é muito mau, para a minha primeira corrida numa 500!"



A Suzuki RGV500 XR84 1994 pilotada por Redding, pertence a Steve Wheatman, e é usada em eventos pela sua própria equipa, a Team Classic Suzuki. Com um peso de 135kg e cerca de 195cv do seu motor 2L 498cc a 70º 4 em linha, capaz de a levar a uma velocidade máxima de 320 km/h, com as relações de caixa corretas.

Comparando com a Moto2 que Redding usa normalmente, com um motor a 4 tempos 600cc proveniente de uma Honda CBR 600 RR, é claramente um animal diferente. Basta ver a lista de lesões que Schwantz sofreu ao longo da sua carreira. Claramente uma mota que perdoa muito menos.



"A mota foi absolutamente fantástica. Ok, os travões não são ótimos, mas já esperávamos isso. O comportamento foi incrível, porque a mota é tão leve, era mesmo fácil mudar de direção. Acelera forte também, com a frente a levantar em cada mudança" disse Redding.


"Não precisei do manómetro de rotações, eu mudava de mudança sempre que sentia que a roda da frente estava suficientemente alta! Havia muita potência, mas era controlável, nada como a banda de potência muito curta que estava à espera. Vira como uma 125 e consegue puxar até 6ª. Deviam trazer estas coisas de volta, seria absolutamente mega de pilotar".


Sem 'engine braking' (onde o motor ajuda nas travagens a parar a moto) devido ao motor a dois tempos, Redding não foi capaz de dar uma demonstração do seu estilo de pilotagem particular, bem conhecido no Moto2, mas conseguiu dar uso aos 'raspadores' dos cotovelos.

"Eu estava com o joelho em baixo e podia ver que estava muito próximo com o cotovelo, por isso inclinei-me um pouco mais e lá consegui raspar também com o cotovelo. Acho que não faziam isto nas 500GP em 1994, mas também os pneus que usamos hoje oferecem muito mais aderência que aqueles que Kevin Schwantz tinha que usar na altura".
 

Foi nesta mota que Schwantz gozou sua ultima vitória no Campeonato do Mundo, ganhando o Grand Prémio da Inglaterra, em Donington Park 1994, que coincidentemente, foi também o local da primeira vitória de Redding, em 2008.

Ao pilotar a Suzuki RGV500 em Spa, Redding é agora um dos poucos pilotos no mundo, a ter experimentado as máquinas de MotoGP a quatro e dois tempos, pois já havia testado a Ducati  Desmosedici, em Mugello, em 2012.

Aqui fica um vídeo do evento.